Licenciamento
Última atualização: 30 de agosto de 2026. Cobre as bibliotecas NarrativeTrace, não este site.
A API e o formato de saída do NarrativeTrace são padrões abertos (Apache 2.0). Seu runtime é gratuito e de código disponível (BSL 1.1, virando Apache 2.0 quatro anos depois de cada versão), porque código que roda dentro do seu processo precisa poder ser auditado. Sua inteligência é comercial.
Esse é o modelo inteiro em três frases. O resto desta página diz o que cada uma das três categorias contém, detalha os parâmetros da Business Source License que escolhemos e aponta para os textos que de fato valem — porque um resumo nunca vale.
Três categorias
| Categoria | O que cobre | Licença |
|---|---|---|
| Padrão aberto | A API de anotações e decorators, a especificação do formato de saída e a rubrica de
clareza — o pacote api em cada plataforma. Qualquer um pode
implementá-los, inclusive um concorrente. |
Apache License 2.0 |
| Runtime gratuito | O motor que transforma código em execução em narrativas dentro do seu processo:
captura, renderização, o artefato .nt sem valores, a pontuação de
clareza e as integrações com frameworks. |
Business Source License 1.1 — uso gratuito em produção, com o código disponível, e Apache 2.0 quatro anos depois de cada versão |
| Comercial | Análise entre execuções, integração com IA em escala, governança de aprovações, auditoria com nível de compliance e o backend gerenciado — Pro e Enterprise. | Proprietária |
A linha entre elas não é uma escada de funcionalidades, é uma questão de quem arca com o custo. Uma especificação que qualquer um pode implementar vale mais aberta do que fechada. Um runtime que roda dentro da sua aplicação deveria poder ser lido por quem precisa confiar nele. A análise que atravessa muitas execuções e muitos times é o que vendemos.
O runtime: Business Source License 1.1
A BSL 1.1 é uma licença de código disponível com quatro parâmetros que o licenciante preenche. Os nossos são:
| Licenciante (Licensor) | Empower Agile |
|---|---|
| Obra licenciada (Licensed Work) | O runtime do NarrativeTrace, versão a versão, como publicado |
| Concessão de uso adicional (Additional Use Grant) | Uso em produção para qualquer finalidade, inclusive prestar serviços aos seus próprios clientes, exceto oferecer a obra como um produto concorrente de logging, tracing ou narrativa de código |
| Data de mudança (Change Date) | Quatro anos a partir da data em que a obra licenciada é publicada |
| Licença de mudança (Change License) | Apache License, Version 2.0 |
O que isso significa na prática
- Você pode rodar em produção. Qualquer finalidade, qualquer escala, comercial ou não, sem nos pagar e sem nos pedir. É para isso que existe a concessão de uso adicional: não é um teste e não expira.
- Você pode construir um produto em cima dele e atender seus próprios clientes com esse produto. Rastrear seus próprios sistemas é uso em produção, seja quem for que eles atendam.
- Você pode ler, corrigir, bifurcar, embutir e auditar o código. Ele roda dentro do seu processo; você não deveria ter de acreditar na nossa palavra sobre o que ele faz.
- Você não pode revender o próprio NarrativeTrace — oferecer a obra como um produto concorrente de logging, tracing ou narrativa de código é o único uso que a concessão exclui.
- Toda versão acaba virando Apache 2.0. Quatro anos depois de uma versão ser publicada chega a data de mudança dela, e aquela versão passa a ser Apache 2.0 para todo mundo, para sempre. O relógio corre por versão e começa sem que a gente faça nada.
Não chamamos o runtime de open source, e você também não deveria. A BSL 1.1 não é uma licença aprovada pela OSI: ela restringe um campo de uso, e isso é uma restrição real, não um detalhe. “Gratuito e de código disponível” é a frase exata até uma versão chegar à sua data de mudança — aí sim aquela versão é Apache 2.0 de verdade.
Documentação, esquemas e este site
- O texto da documentação — as páginas em Docs — é CC BY 4.0. Cite, traduza, monte um curso em cima; mantenha a atribuição.
- Os arquivos de esquema JSON dos formatos de saída são Apache 2.0, pelo mesmo raciocínio da especificação que eles descrevem: um formato que ninguém pode fazer parse não é um formato.
- O nome e o logotipo NarrativeTrace não estão cobertos por nada disso. O pacote da marca diz para que eles podem ser usados.
Onde mora o texto que vale
Esta página é um resumo escrito para ser lido. Ela não é a licença. O texto que vale é o
arquivo LICENSE que viaja em cada repositório e em cada artefato publicado,
junto com o cabeçalho SPDX-License-Identifier de cada arquivo. Esses textos
estão em inglês e são eles que prevalecem: onde esta página e aquele texto discordarem,
aquele texto ganha.
- Texto completo da BSL 1.1, como publicado pela MariaDB: mariadb.com/bsl11
- Texto completo da Apache License 2.0: apache.org/licenses/LICENSE-2.0
- Os repositórios: github.com/narrativetrace
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